segunda-feira, 11 de Março de 2013

O VI Festival gastronómico do Bacalhau e do Azeite de Vila de Rei será de 16 a 24 de Março



Tem início já no dia 16 de Março o VI Festival gastronómico do Bacalhau e do Azeite de Vila de Rei. O evento, organizado pela Câmara Municipal de Vila de Rei, realiza-se até ao dia 24 de Março nos cinco restaurantes aderentes.

O certame tem recebido milhares de visitantes nas anteriores edições e promete voltar a preencher as ementas dos restaurantes do Concelho de Vila de Rei durante a semana que antecede a Páscoa.

Os restaurantes Albergaria D. Dinis – Vila de Rei, Churrasqueira Central – Vila de Rei, O Cantinho do Petisco – Vila de Rei, O Cobra – Vila de Rei e Paraíso do Zêzere – Zaboeira vão, uma vez mais, apresentar aos seus clientes os melhores pratos confeccionados com estas iguarias.A edição deste ano do Festival vai possibilitar que os visitantes possam também saborear, como entrada, uma outra tradicional receita Vilarregenses: o Queijo de Cabeça de Porco.

Durante os dois fins-de-semana do 6º Festival Gastronómico do Bacalhau e do Azeite, os restaurantes aderentes vão ainda oferecer animação musical aos seus clientes, a cargo do Grupo de Cantares “A Bela Serrana”, Grupo de Concertinas da Casa do Benfica de Vila de Rei e Villa d’el Rei Tuna.

De 16 a 24 de Março, não deixe de visitar o VI Festival Gastronómico do Bacalhau e do Azeite e delicie-se com o melhor da gastronomia de Vila de Rei.


Local.pt - 7.3.2013



quarta-feira, 6 de Março de 2013

Azeite Casal da Memória prepara investimento de 200 mil euros numa nova linha de embalamento

A marca caldense Azeite Casal da Memória vai passar a ser engarrafada e armazenada no Casal do Rei, onde ficará também situado o centro de distribuição. 

Trata-se de um regresso às origens de uma marca que tem sede na freguesia dos Vidais, mas é produzida e embalada no Alentejo.

O empresário João Maciel Filipe está optimista. Se tudo correr bem, em Janeiro de 2014 começará a construir num terreno do Casal do Rei uma unidade de produção que vai recepcionar, armazenar, embalar e distribuir mais de 250 toneladas de azeite por ano.

Trata-se de um investimento de 200 mil euros que irá gerar apenas dois postos de trabalho permanentes, mas que recorrerá a mão-de-obra ao longo do ano podendo ter picos de 20 trabalhadores.

Este projecto procura dar resposta a uma “crise de crescimento”, nas palavras de João Maciel Filipe, que a sua empresa, Portugalfarm, Lda. está a sentir, com dificuldades em responder à forte procura de que tem sido alvo.

“Tomara eu muitas crises como esta”, ironiza o próprio, explicando que, sim senhor, ao contrário do que se passa com a maioria das empresas, ele não se queixa e admite até que os negócios lhe têm corrido bem.

A Portugalfarm tem sede no Arco da Memória (Vidais), mas trata-se de uma sede virtual que aproveita a baixa derrama existente no concelho das Caldas da Rainha. A verdadeira sede está em Leceia (Oeiras), onde a empresa tem o seu centro de decisão e trata da comercialização e logística dos azeites que produz no Alentejo e que vende para o mercado português e para exportação.

Em Ervedal (no concelho de Avis) João Maciel Filipe integra um agrupamento de produtores que explora 5 mil hectares de olival. À sua conta são comercializados 250 toneladas de azeite, das quais 50 são a marca própria da empresa – Azeite Casal da Memória – que aparece nos supermercados originária virtualmente dos Vidais.

A empresa facturou nos últimos anos entre 250 a 300 mil euros por ano e tem vindo a crescer a dois dígitos anualmente. Embora a marca própria só represente 20% das toneladas comercializadas, o seu peso na facturação é de 30% e o objectivo é que cresça até aos 100% por forma a que a Portugalfarm só trabalhe com a sua própria marca.

Cerca de 60% do Azeite Casal da Memória vai para a exportação, com a China à cabeça, seguido do Luxemburgo, Suíça, Bélgica e Reino Unido. João Maciel Filipe reconhece que o “mercado da saudade” (procura gerada pelos emigrantes portugueses) é decisivo no mercado europeu, mas com excepção da Alemanha onde, curiosamente, até o próprio importador é alemão. Os Estados Unidos, o Canadá e a Venezuela, onde há também importantes comunidades de portugueses, são os mercados alvo para expandir as vendas.

Em Portugal, apesar da crise, este azeite tem-se vendido bem, em parte pelo efeito novidade e porque, diz o empresário, os consumidores sabem reconhecer a boa qualidade do produto. O Casal da Memória pode ser encontrado nas prateleiras do El Corte Inglés, Jumbo e Aldi, por exemplo.

No mercado nacional só a Sovena (azeite Oliveira da Serra) e a Unilever (azeite Gallo) detêm 50% das vendas, sendo a outra metade repartida entre inúmeros produtores, entre eles o Azeite Casal da Memória. Como a expectativa é a de um contínuo crescimento, a fábrica de engarrafamento em Casal do Rei vai dar resposta a esta expansão.

A IMPORTÂNCIA DA “AFECTIVIDADE”

João Maciel Filipe explica por que motiva apostou no concelho caldense. “É talvez o concelho mais competitivo do país para um empresário se instalar porque a derrama é baixa e onde se pagam menos impostos”, diz, acrescentando que também contou o facto de já ali possuir um terreno.

Por outro lado, o empresário não quis ficar dependente de um único centro de produção em Avis e poder, assim, gerir desde a sua sede caldense os negócios a nível nacional.
“E há ainda um outro factor que é a afectividade. É difícil de medir, mas tenho a certeza que é importante”.

João Maciel Filipe já nasceu em Lisboa, há 50 anos, mas o seu pai é do Casal da Memória, onde ainda possui terrenos que em tempos foram um olival.

Licenciado em Engenharia, começou por trabalhar em 1991 no Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério da Indústria e Energia, de onde passou, em 1995, para a Gás de Lisboa, tendo assistido às fusões que levaram à Galp Energia.

“Em 2004 decidi que já era tempo de fazer outras coisas e abri a Portugalfarm. Apeteceu-me revisitar o sector primário e achei por bem trazer a minha experiência de gestão para esta actividade”, contou à Gazeta das Caldas.

Gazeta das Caldas - 4.3.2013


segunda-feira, 4 de Março de 2013

O grupo português de azeite Serrata conseguiu a primeira grande encomenda de azeite português para a Índia



Duas empresas portuguesas, a Visabeira na área da energia e a Serrata no setor do azeite, vão assinar hoje em Nova Deli contratos com grupos económicos indianos, disse hoje à Lusa o presidente da AICEP.


"Vamos ter a assinatura de um excelente contrato entre a Birla, que é um dos gigantes da área das comunicações e eletricidade indianos com o grupo Visabeira no sentido de explorar a rede e a sua manutenção e instalação", disse à Lusa Pedro Reis, presidente da Agência para o Investimento e Comércio de Portugal (AICEP).

De acordo com a AICEP, a Birla é um dos três grandes grupos económicos indianos "e um gigante" da área das telecomunicações e da energia.

"O facto de fazerem uma parceria com o grupo Visabeira quer dizer abertura do mercado indiano, que vai investir nestas infraestruturas nos próximos anos e um grupo português entra pela mão de um dos maiores grupos indianos com um enorme potencial de crescimento", acrescentou Pedro Reis, que se referiu também a um negócio da exportação de azeite para a Índia.

"O grupo de português de azeite Serrata conseguiu a primeira grande encomenda de exportação de azeite português para a Índia, com valor ao longo de cinco anos e cujo primeiro lote de produção foi já encomendado", disse ainda Pedro Reis.

Esta encomenda de azeite será formalmente colocada à empresa hoje, em Nova Deli, assim como será celebrada a parceria estratégica entre a Birla e a Visabeira.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros iniciou no domingo uma visita de cinco dias à Índia, acompanhado pelo presidente da AICEP, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, além de representantes de 35 empresas portuguesas de vários setores.

Além de Nova Deli, a delegação vai deslocar-se a Bombaim e a Goa.

Hoje, o ministro dos Negócios Estrangeiros reuniu-se com os empresários da Câmara de Comércio indiana e expôs o programa de privatizações do Estado português, manifestando o desejo de ver duplicadas as exportações portuguesas para a Índia.

Além do encontro com empresários, Paulo Portas reúne-se hoje com o ministro das Relações Externas da Índia, Shri Salman Khushid, e com presidente do Bharatiya Janata Party (BJP), partido conservador de inspiração hindu, fundado em 1980 e que é presentemente a segunda maior formação no parlamento indiano.

RTP - 4.3.2013


Ferreira do Alentejo dedica o mês de Março ao azeite



Durante o mês de março o azeite é rei e senhor no concelho de Ferreira do Alentejo. 

A promoção de receitas tradicionais confeccionadas à base de azeite, exposições, palestras, workshops, visitas guiadas a vários lagares do concelho, lançamento de livros, são apenas algumas das atividades que integram o programa do evento "Março, mês do azeite". 

A iniciativa é realizada pela autarquia em colaboração com várias unidades de restauração.
Recorde-se que recentemente foi registada a marca Ferreira do Alentejo - Capital do Azeite, tendo este município uma história, no que toca à produção de azeite, com cerca de 2000 anos. 

Assim ao longo do mês de março os restaurantes do concelho vão incluir nas suas ementas, para além de entradas com azeite, receitas tipicas do Alentejo onde o azeite é o ingrediente indispensável. 




CM Ferreira do Alentejo



sexta-feira, 1 de Março de 2013

Azeite Andorinha investirá no Brasil mais de R$ 8,5 milhões em marketing tradicional e nas redes sociais

Para aumentar sua participação no mercado de venda de azeites no Brasil, a marca portuguesa Azeite Andorinha investirá mais de R$ 8,5 milhões em marketing tradicional e nas redes sociais. 

O montante é 30% maior do que o investido no ano passado, R$ 6,5 milhões, e a meta é passar de 20% para 23% de participação no mercado.

A fabricante de azeites também ampliará sua estrutura no Brasil e já contratou o executivo Vasco Campos para o cargo de diretor regional para América Latina do Grupo Sovena, que movimenta mais de 160 mil toneladas de azeite por ano.

“O Brasil é um mercado em expansão também no que diz respeito ao azeite. É um mercado com muito potencial, visto que o consumo per capita ainda é pequeno, mesmo com o mercado crescendo mais de 10% ao ano. 

Em Portugal, esse consumo é de 7 litros ao ano, enquanto aqui é de 200 mililitros. Portanto, se aumentarmos o consumo para 1 litro, já teremos multiplicado por mais de três vezes o mercado”, afirma Campos.

Além das ações de marketing que serão promovidas no decorrer desse ano, a marca Andorinha ainda prevê a introdução de novidades para o mercado nacional. “Os brasileiros sempre recebem de forma bastante positiva as inovações que trazemos para o Brasil. 

Isso acontece, pois a Sovena tem como compromisso proporcionar um portfólio capaz de acrescentar valor ao nosso consumidor”, explica o gestor de negócios da Sovena para a América Latina, Nuno Miranda.

DCI - 28.2.2013


quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

Dieta mediterrânica rica em azeite, frutas secas, peixe, fruta, vegetais e vinho reduz em um terço risco cardiovascular

Já se sabia que a dieta mediterrânea era importante no combate à obesidade, mas este regime alimentar rico em azeite, frutas secas, peixe, fruta, vegetais e vinho também reduz em 30% o risco de doenças cardiovasculares, revela o maior estudo sobre o tema realizado em Espanha.

A investigação clínica, que corrobora observações anteriores, foi realizada pela Universidade de Barcelona com 4.479 pessoas, entre homens e mulheres de 55 a 80 anos, durante cinco anos.

"Comprovámos que uma dieta alimentar mediterrânica sem restrições quantitativas, complementada com azeite ou frutas secas, reduz substancialmente o risco de crises cardíacas e acidentes vasculares cerebrais em pessoas que têm mais risco de desenvolver doenças cardiovasculares", escreveram os autores do estudo, dirigido por Ramón Estruch, professor de Medicina da Universidade de Barcelona.

Os resultados foram publicados na segunda-feira na edição online da revista científica New England Journal of Medicine.

Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro foi submetido a dieta mediterrânica tradicional, com o consumo de, pelo menos, quatro colheres de sopa de azeite nas suas refeições diárias.

O segundo grupo, também sujeito a uma dieta mediterrânica, consumiu cerca de 30 gramas de uma variedade de nozes, amêndoas e avelãs todos os dias. Os participantes destes dois grupos comeram diariamente pelo menos três porções de fruta e duas de legumes.

O terceiro grupo foi regido por uma dieta à base de produtos com baixo teor de gordura, grãos, frutas e legumes.

Durante os cinco anos de estudo, 288 participantes tiveram ataque cardíaco ou morreram devido a doença coronária. De acordo com os dados do estudo, as pessoas das duas primeiras dietas tiveram menos 28 e 30% de propensão a desenvolver uma doença cardíaca, comparativamente com os do terceiro grupo, escreve a Reuters.

Os autores estimam que "os suplementos de azeite e de frutas secas explicam provavelmente a maior parte dos benefícios observados na dieta mediterrânea nos dois grupos”, adianta o estudo.

É a mistura dos vários ingredientes da dieta mediterrânica – e não um ingrediente em particular – que promove a saúde do coração, diz Angel Martinez-Gonzalez, co-autor, da Universidade de Navarra.

O estudo conclui que este tipo de alimentação contribui para baixar a pressão sanguínea e o colesterol, fatores de risco no que toca a doença cardiovascular.

“Esta boa fonte de calorias substitui a outra má fonte de calorias”, comenta o investigador, citado pela Reuters.

Sapo - 27.2.2013


Almogral

http://www.sogevinus.com/2011/01/almogral/

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